Segundo o partido, a presença e manifestações feitas pelo presidente durante o desfile teriam configurado ato com caráter eleitoral fora do período permitido pela legislação. A sigla afirma que vai acionar a Justiça Eleitoral para que o caso seja analisado.
Até o momento, a defesa do presidente não se manifestou oficialmente sobre o anúncio do pedido. Especialistas lembram que, para ser caracterizada propaganda eleitoral antecipada, é necessário comprovar pedido explícito de voto ou ações que configurem campanha fora do prazo legal.
O caso deve gerar debate jurídico e político nos próximos dias.



