domingo, 22 de março de 2026
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20 de fevereiro de 2026

Imbituba inaugura primeira escola cívico-militar e inicia aulas com mais de 500 alunos

Unidade da E.E.B. Engenheiro Álvaro Catão passa a integrar programa estadual que já conta com 26 escolas em Santa Catarina

 manhã desta quinta-feira (19) entrou para a história da educação de Imbituba com a implantação da primeira escola no modelo cívico-militar do município. A iniciativa passa a funcionar na E.E.B. Engenheiro Álvaro Catão, localizada no bairro Vila Nova Alvorada (Divinéia).

A cerimônia de oficialização reuniu autoridades municipais e estaduais, entre elas o prefeito Michell Nunes, o secretário de Educação, Esporte e Juventude, Josué Espezim, a coordenadora regional de Educação, Eloise Machado de Souza Alano, o secretário de Segurança Pública, Trânsito e Fiscalização, Adriano dos Passos Silva, além do presidente da SCPAR Porto de Imbituba, Christiano Lopes de Oliveira, vereadores e representantes da comunidade escolar.

As matrículas para novos estudantes já foram encerradas, e as aulas começaram nesta quinta-feira para todos os alunos. Atualmente, a escola atende mais de 500 estudantes, distribuídos em 21 turmas, com uma equipe formada por cerca de 50 professores e servidores.

O formato adotado em Imbituba integra o Programa Estadual das Escolas Cívico-Militares, criado em 2023 pelo Governo de Santa Catarina. A política pública manteve as nove unidades que já operavam pelo antigo Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM) e passou a ampliar gradualmente a rede no Estado.

Hoje, Santa Catarina soma 26 escolas nesse modelo, espalhadas por diferentes regiões. As unidades continuam vinculadas à Secretaria de Estado da Educação (SED), responsável pelo currículo, pelo corpo docente e pelo projeto pedagógico.

A principal característica do sistema é a atuação integrada entre profissionais da educação e militares. Enquanto professores e equipe pedagógica seguem responsáveis pelo ensino, os militares colaboram na organização administrativa, no apoio à gestão e em ações voltadas à disciplina, à prevenção da evasão escolar e à promoção de valores como cidadania, ética e civismo.

O modelo tem origem em parceria firmada, à época, entre o Ministério da Educação e o Ministério da Defesa. Mesmo após a descontinuidade do programa federal, o governo catarinense optou por manter a proposta com recursos próprios, ampliando o número de escolas e atendendo à demanda de comunidades que manifestaram interesse na continuidade do formato, como ocorreu agora em Imbituba.

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