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11 de fevereiro de 2026

Em Concórdia, governador Jorginho Mello anuncia R$ 240 milhões em crédito para produtores de leite

Durante agenda em Concórdia, o governador Jorginho Mello anunciou uma nova linha de crédito voltada ao custeio da produção leiteira em Santa Catarina. O Pronampe Leite Custeio/BRDE vai disponibilizar até R$ 240 milhões, com juros reduzidos e condições facilitadas para os produtores.

Os produtores de leite de Santa Catarina passam a contar com uma nova linha de crédito específica para o custeio da produção. O anúncio foi feito pelo governador Jorginho Mello, durante evento realizado em Concórdia, no Oeste do estado. A iniciativa integra o Pronampe Leite Custeio/BRDE e prevê a liberação de até R$ 240 milhões para fortalecer a cadeia produtiva do leite.

O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort, destacou que o programa é resultado do diálogo com o setor produtivo e da atuação conjunta entre o Governo do Estado, o BRDE e as equipes técnicas.

“O Governo de Santa Catarina foi sensível a essa demanda do setor leiteiro, que precisava de uma linha específica de custeio para manter a atividade em funcionamento. O programa foi construído de forma integrada para oferecer crédito com prazos acessíveis e juros reduzidos”, afirmou o secretário.

Acesso ao crédito e prazos

O Pronampe Leite Custeio/BRDE poderá ser acessado por produtores com rebanho registrado na Cidasc e que tenham comercializado leite ou derivados em 2025. O valor do financiamento será calculado conforme o número de animais, com limite de R$ 1.000 por matriz e teto máximo de R$ 50 mil por produtor.

O prazo total do financiamento é de 24 meses, sendo 12 meses de carência e mais 12 meses para pagamento. As condições incluem juros zero para produtores com até 30 matrizes e 6% ao ano para produtores com mais de 30 matrizes, desde que as parcelas sejam pagas em dia.

De acordo com o diretor financeiro do BRDE, João Paulo Kleinübing, o crédito será operacionalizado por meio das cooperativas de crédito, com início previsto para março de 2026.

“É um programa que busca facilitar o acesso ao crédito, fortalecer quem produz e garantir mais renda e oportunidades ao setor leiteiro”, ressaltou.

Para acessar o programa, os produtores deverão apresentar relatório do SIGEN + Cidasc, emitido há no máximo 30 dias, comprovando o número de vacas leiteiras e bovinos fêmeas com 25 meses ou mais, além da nota fiscal de venda de leite ou derivados em 2025. Em propriedades coletivas, será exigida declaração informando que haverá apenas uma operação pelo programa.

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