sexta-feira, 22 de maio de 2026
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22 de maio de 2026

Arrecadação bate recorde em abril e supera R$ 1 trilhão no 1º quadrimestre

Com o maior volume para o período em toda a série histórica, iniciada em 1995, os ganhos do governo somam mais de R$ 1 trilhão nos primeiros quatro meses deste ano.

A arrecadação federal de impostos e contribuições alcançou R$ 276,8 bilhões em abril, mostram dados apresentados hoje pela Receita Federal. Com o maior volume para o período em toda a série histórica, iniciada em 1995, os ganhos do governo somam mais de R$ 1 trilhão nos primeiros quatro meses deste ano.

O que aconteceu
Governo teve a maior arrecadação da história para meses de abril. O valor obtido com impostos e contribuições supera em 12,6% o resultado de 2025 (R$ 247,7 bilhões) e se consolida como o maior para o mês nos 32 anos da série histórica do indicador.

Arrecadação do primeiro quadrimestre de 2026 também bateu recorde. Entre os meses de janeiro e abril deste ano, a arrecadação somou R$ 1,055 trilhão. Na comparação com o mesmo intervalo do ano passado (R$ 961 bilhões), os ganhos subiram 9,9%.

Resultados representam ganhos acima da inflação para o governo. A arrecadação de abril teve alta real (acima da inflação) de 7,8%. Já no acumulado do primeiro quadrimestre, a variação aparece 5,4% acima do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) apurado para o período.

Receita listou os fatores que motivaram a arrecadação recorde. Os resultados são explicados, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das alíquotas do PIS/Cofins (Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), do IRRF-Capital e do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Comportamento dos indicadores macroeconômicos contribui. Na comparação anual, o aumento da arrecadação foi estimulado pelo crescimento da venda de bens (+2,14%), do volume dos serviços prestados (+2,63%), da evolução da massa salarial (+7,65%) e do valor em dólares das exportações (+4,43%). O recuo de 0,38% da produção industrial foi insuficiente para reverter o resultado positivo.

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