quinta-feira, 21 de maio de 2026
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19 de maio de 2026

“Ninguém conseguia’: pescadores ‘raiz” passam noite no mar e capturam 11 mil tainhas em SC

Mega lanço de 11.300 mil tainhas formam ‘coração.

Pescadores e a população da praia de Cima, em Palhoça, comemoraram o cardume com 11.300 peixes, segundo maior da temporada

Um dos líderes da pesca na praia de Cima, em Palhoça, Denir Matos, de 71 anos, disse que o cerco para capturar um mega lanço de tainha no início da manhã desta segunda-feira (18) na Grande Florianópolis levou mais de nove horas.

O pescador contou que o grupo acompanhou a movimentação do cardume desde às 20h30 da noite de domingo (17). O grupo conduziu os peixes até uma área cada vez mais rasa, com menor risco de fuga, um movimento é conhecido como “secar” – em alusão à saída dos peixes da água.

“Cuidamos do peixe a noite toda. Ele estava na pedra, botamos a canoa lá no canto da pedra e teve um momento, de manhã, que ele saiu de lá e a gente ‘secou.

Mega lanço de 11.300 mil tainhas formam ‘coração’ em PalhoçaFoto: Ramatis Ferreira Florêncio/sos_naufragados/InstagramMega lanço de 11.300 mil tainhas formam ‘coração’ em PalhoçaFoto: Ramatis Ferreira Florêncio/sos_naufragados/Instagram

Um dos líderes da pesca na praia de Cima, em Palhoça, Denir Matos, de 71 anos, disse que o cerco para capturar um mega lanço de tainha no início da manhã desta segunda-feira (18) na Grande Florianópolis levou mais de nove horas.

O pescador contou que o grupo acompanhou a movimentação do cardume desde às 20h30 da noite de domingo (17). O grupo conduziu os peixes até uma área cada vez mais rasa, com menor risco de fuga, um movimento é conhecido como “secar” – em alusão à saída dos peixes da água.

“Cuidamos do peixe a noite toda. Ele estava na pedra, botamos a canoa lá no canto da pedra e teve um momento, de manhã, que ele saiu de lá e a gente ‘secou’”, contou o pescador em entrevista à NDTV RECORD. O monitoramento durou a madrugada, com a chegada do cardume à areia por volta de 5h30 da manhã.

Foram capturadas 16 toneladas de peixes – mais de 11 mil tainhas, de acordo com o profissional. “Ficamos a noite toda com esse peixe tentando ‘secar’ e ninguém conseguia. De manhã deu certo”, comemorou.

Matos participa da atividade desde a adolescência e disse manter a emoção, mesmo após décadas de trabalho. “O sentimento é muito grande, porque a gente nasceu e se criou na pesca, tô com 71 anos, e a emoção é a mesma coisa de quando a ente tinha 15, 20 anos. A emoção é cada vez mais. Cada ano que passa a emoção é maior, é muito gratificante”, afirma.

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