domingo, 22 de março de 2026
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27 de fevereiro de 2026

🚨 Ex-ministro Carlos Lupi é citado em esquema de descontos ilegais no INSS

Dirigentes do INSS delataram Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência de Lula

O ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT), é citado na delação premiada dos ex-dirigentes do INSS, André Fidelis e Virgílio de Oliveira Filho, em um esquema de descontos ilegais nos benefícios de aposentados e pensionistas. O caso envolve o ex-ministro, que esteve à frente da pasta no governo de Luiz Inácio Lula da Silva entre 2023 e 2025.

💰 Descontos ilegais e omissão

De acordo com as investigações, Lupi foi alertado sobre os descontos ilegais que aumentaram de R$ 80,6 milhões para R$ 248,1 milhões, mas demorou cerca de um ano para tomar providências. Ele também foi acusado de proteger investigados dentro do INSS, incluindo o então presidente da autarquia, Alessandro Stefanutto, que recebia R$ 250 mil mensais do esquema.

Lupi, que chegou a apadrinhar a indicação de Adroaldo Portal e manter relações com a advogada Tônia Galleti, também se envolveu com entidades que receberam milhões de reais por meio de descontos ilegais nos benefícios dos aposentados.

⚖️ O envolvimento de Lulinha

Além de Lupi, as delações citam o filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que teria alguma relação com o esquema de fraudes no INSS. Sua defesa nega qualquer envolvimento, mas o STF autorizou a quebra de seus sigilos fiscal, bancário e telefônico.

🔎 As investigações

A Operação Sem Desconto, que investiga a chamada “Farra do INSS”, identificou que Virgílio Oliveira Filho e André Fidelis receberam grandes quantias de dinheiro de empresas ligadas a entidades fraudulentas. Virgílio, por exemplo, foi acusado de receber R$ 11,9 milhões de empresas ligadas a Antônio Carlos Camilo Antunes (Careca do INSS), enquanto Fidelis permitiu descontos automáticos que geraram R$ 1,6 bilhão em fraudes.

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